Atendimento da Unidade Nestor Piva é aprovado pelo Conselho Municipal da Saúde

A fiscalização ocorreu no setor de Clinica Médica que compreende a estabilização, observação, medicação

ARACAJU/SE – Representantes do Conselho Municipal da Saúde (CMS) estiveram na tarde desta segunda-feira, 21, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Nestor Piva, mantida pela Prefeitura de Aracaju, através da Secretaria Municipal da Saúde (SMS).  Foi uma visita surpresa para verificar como estava o atendimento no local. Os membros do órgão de controle social foram acompanhados durante a visita por gestores da unidade.

A fiscalização ocorreu no setor de Clinica Médica que compreende a estabilização, observação, medicação rápida e acolhimento. Segundo a secretária da Mesa Diretora do Conselho Municipal da Saúde, Núbia Santana, a vista é necessária para verificar a qualidade do atendimento ofertado à população. “Olhamos todos os setores para verificar se está tudo ocorrendo de forma tranquila e correta. A estabilização chamou a atenção pela organização. Está toda equipada, com material novo e em excelente estado de conservação. Saio daqui contemplada e mais calma por causa dos últimos acontecimentos”, afirmou.

A secretaria da Mesa Diretora também fez questão de ressaltar o papel do Conselho Municipal. “Nós representamos os usuários dentro do CMS. Por isso, a gente veio ‘in loco’ verificar o atendimento. Essa foi a primeira de várias outras visitas. Vamos continuar com as nossas fiscalizações para que se mantenha o atendimento de qualidade, presenciado por nós no dia de hoje. Não queremos apenas quantidade, mas sim qualidade, pois nos preocupamos com o cidadão”, destacou.

Demanda

O Nestor Piva recebeu uma demanda além da esperada nesta segunda-feira. De acordo com a coordenadora da unidade, Camila Beatriz Oliveira, o número excessivo de pacientes é resultado da falta de atendimento no Hospital Regional José do Prado Franco, localizado no município de Nossa Senhora do Socorro. “A gente acabou ficando sobrecarregado nesta segunda devido a esse problema na parte médica do hospital regional. Mesmo assim, até as 14h, a gente estava com 310 fichas prontas para atendimento, fora os casos de ortopedia e cirurgia”, contou.

A coordenadora disse ainda que o atendimento está sendo feito conforme a classificação de risco. “Está demorando um pouco, pois àqueles pacientes mais graves são atendidos primeiro. Os que estão classificados como pacientes azuis, com menos risco de vida, são atendidos na sequência. É importante salientar que toda a população será atendida. Nós estamos trabalhando com  quatro clínicos gerais, dois ortopedistas e dois cirurgiões”, colocou.

Da assessoria

FOTO: André Moreira

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