Belivaldo recebe representantes do Grupo Vulcabras/Azaleia

O governo de Sergipe tem como objetivo manter um diálogo aberto.

SERGIPE – Com o objetivo de manter um diálogo aberto com as indústrias e empresários, o governador recebeu o grupo para avaliar a possibilidade de ampliação dos investimentos da fábrica no estado

Nesta quarta-feira (16), o presidente do grupo Vulcabras/Azaleia, Pedro Grendene Bartelle, foi recebido pelo governador Belivaldo Chagas, no Palácio dos Despachos. O governo de Sergipe tem como objetivo manter um diálogo aberto com as indústrias e empresários que escolheram Sergipe, e desta forma, o governador recebeu o grupo Vulcabras/Azaleia, para avaliar a possibilidade de ampliação dos investimentos da fábrica no estado. Atualmente, o grupo tem sede regional no município de Frei Paulo e possui 984 funcionários diretos, que atuam na montagem de calçados.

“Para nós, é extremamente interessante que empresas como a Azaleia venham e se mantenham por muito tempo em nosso estado. Faremos os estudos necessários para favorecer esse aumento da cadeia produtiva, visto que, a presença deles de forma ampliada gera mais empregos, o que importa muito para nós. Não mediremos esforços para encontrar o melhor caminho”, destacou o governador.

Atualmente, o grupo Vulcabras/Azaleia atua com mais de 15 mil colaboradores, distribuídos nas três unidades produtivas, além da unidade em Sergipe, as localizadas nas cidades de Horizonte/CE e Itapetinga/BA. Em todo o País, são mais de 12 mil pontos de venda além de estar presente em mais de 20 países, com uma atuação mais forte na América Latina e as lojas online da Olympikus e da Azaleia para o mercado brasileiro. Segundo o presidente do grupo, havendo a possibilidade de ampliação da atuação na unidade em Sergipe, e um mercado favorável, haverá um crescimento e fortalecimento da empresa.

“Nossa intenção é consolidar o que nós já temos e ter segurança para continuar trabalhando. Se nós, como empresa formos bem-sucedidos, nosso objetivo é crescer no Brasil inteiro e aqui também. HOje, montamos o sapato aqui com peças da Bahia. Queremos continuar fazendo isso, eventualmente fazer sapatos com todas as peças fabricadas aqui, não recebendo mais nada da Bahia. O que também depende da evolução dos negócios, da economia e do mercado”, explicou Pedro Grendene Bartelle.

Diálogo com empresários

Desde que assumiu o comando do estado, o governador Belivaldo Chagas tem procurado estabelecer uma relação positiva e transparente com as empresas que se instalaram em Sergipe, bem como com as que demonstram interesse em investir no estado. E no final de 2018, dois exemplos práticos desse diálogo aberto comprovam essa relação. Entre os meses de novembro e dezembro, dois grupos anunciaram ampliação dos investimentos em Sergipe, o que resulta numa maior arrecadação e mais geração de emprego.

O diretor presidente do grupo paulista Vidroporto Embalagens, Edson Luís Rossi, por exemplo, confirmou ao governador Belivaldo Chagas, que a partir deste ano colocará em operação a Indústria de Vidros Nordeste (IVN). Instalada em Estância, a Indústria de Vidros Nordeste, quando inaugurada praticamente não entrou em funcionamento. Com a retomada do empreendimento pelo novo grupo empresarial que adquiriu suas instalações e maquinários, a indústria vai gerar 200 empregos diretos. Com mão de obra sergipana, a produção estimada é de que a fábrica produza 55 mil toneladas de embalagens de vidro por ano.

Já o Grupo Duratex informou, também no final de 2018, a ampliação da produção em Aracaju, onde já emprega mil trabalhadores. Desta forma, foram geradas 150 novas vagas e a expectativa, até o momento do anúncio, era de ampliação dessas vagas.

Participaram da reunião Alessandro Antich (gerente geral da Regional Sergipe); Flávio Bento (diretor Industrial do Grupo Vulcabras/Azaleia); os consultores  Jesuseli Ribeiro Araujo  e Ivandro Mendes de Oliveira; além do secretário Geral de Governo, José Carlos Felizola; o secretário do Desenvolvimento Econômico, José Augusto Pereira; o diretor-presidente da Codise, José Matos Lima Filho e o procurador-geral do Estado, Vinicius Oliveira.

Por Marco Vieira

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