Câncer: senadora defende implementação de política de conscientização sobre risco

Ela disse que há estudos que mostram que cerca de um terço das mortes por câncer está diretamente ligada aos maus hábitos.

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BRASÍLIA – A senadora Maria do Carmo Alves defendeu hoje (5) uma ampla política de propagação e conscientização sobre os fatores que estimulam o desenvolvimento do câncer, como o uso de cigarros, a falta de atividade física regular e o consumo de alimentos enlatados. “Essas são sugestões feitas pelo próprio Instituto Nacional de Câncer, mostrando que alguns cuidados poderiam evitar um a cada três casos de câncer”, salientou a senadora sergipana.

Ela disse que há estudos que mostram que cerca de um terço das mortes por câncer está diretamente ligada aos maus hábitos alimentares, tabagismo e excesso de bebidas alcóolicas. “Infelizmente, muita gente ignora isso e, de repente, é surpreendida pela doença. Entendo que massificar campanhas é uma forma eficaz de mostrar os riscos e chamar a atenção da sociedade para a gravidade do problema”, defendeu a senadora, acrescentando que, segundo dados do Inca, o Brasil deve registrar uma média de 625 mil novos casos de câncer, por ano, de 2020 a 2022. Desses, aproximados 8.500 casos afetarão crianças e adolescentes.

Para a senadora, não se pode negligenciar. “Mesmo que não existam histórico familiar e nem sintomas aparentes, é importante ter uma vida saudável, consultar um médico e fazer os exames de rotina”, disse. No seu entender, são medidas que já contribuem para a possível detecção dessa doença maligna, em estágio inicial, o que facilita o tratamento e aumenta a chance de cura. Maria lembrou que uma Lei (13.896/2019) sancionada em outubro passado, garante que pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), com suspeita de câncer tenham direito à realização de exames no prazo máximo de 30 dias.

Fonte & foto -Assessoria

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