Corpo de Bombeiros inicia 10º edição do Projeto Golfinho

O projeto é uma iniciativa que visa prevenir os afogamentos entre crianças e adolescentes de 7 a 17 anos.

ARACAJU/SE – Na manhã desta terça-feira (03), teve início a 10º edição do Projeto Golfinho, na praia da Atalaia, ao lado do Posto de Guarda Vidas do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBMSE), no início da passarela do caranguejo, em Aracaju/SE.

O projeto é uma iniciativa que visa prevenir os afogamentos entre crianças e adolescentes de 7 a 17 anos. Além da responsabilidade social, o projeto foca também na diminuição dos índices de afogamentos em praias e nos diversos balneários do Estado. Nessa edição, participaram filhos de militares e alunos das escolas municipais Deoclides José Pereira, Profº Creyza Gomes dos Santos e Juscelino Kubitschek.

A Secretaria de Educação da Barra dos Coqueiros, Josefa Luzineide, agradece pela parceria. “É com muito prazer que estamos participando desse projeto. Um projeto muito importante, onde as crianças estão empenhadas em participar, pois é uma oportunidade única. O CBMSE é um grande parceiro e estamos muito satisfeitos, por representar todas as escolas do município de Barra dos Coqueiros” , diz a secretaria.

Para a major Carla Cristina, uma das coordenadoras do Golfinho, participar do projeto é muito gratificante. “É muito satisfatório participar de um projeto tão motivador, por incentivar as crianças, tendo em vista que alguns tem os bombeiros como super-heróis. Como dentro do projeto temos o aprendizado dos primeiros socorros, uma dessas crianças vão se envolver durante o projeto, vão se interessar pelo aprendizado e em alguma situação podem tomar uma atitude que pode ser benéfica e ajudar alguém. Possa ser que eles não consigam fazer alguns procedimentos, por conta da falta de força, mas podem orientar um adulto que esteja próximo para que venha a agir” , explica a major.

O comandante-geral do CBMSE, coronel Gilfran Mateus, fala sobre a responsabilidade social de auxiliar na formação de cidadões mais conscientes, com instruções sobre cidadania, ecologia e meio ambiente. “É uma satisfação imensa poder retornar com o projeto, esse projeto que deu muito certo entre os anos 2000 e 2009, quando conseguimos diminuir consideravelmente as estatísticas de afogamento nessa faixa etária, que vai dos 7 aos 17 anos. Voltar com esse projeto significa fazer prevenção em uma área que é bastante critica, que é a aquática. E poder ensinar as crianças a importância da prevenção, para que eles eles possam ser multiplicadores desta importante tarefa” , completa o comandante.

FONTE & FOTO – CBMSE

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