Decreto da Alese ratifica volta de Flávio Conceição no lugar de Clóvis Barbosa

É bem verdade que ele apostou alto, sonhou em sair pela “porta da frente”, como conselheiro aposentado.

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POLITIZANDO – HABACUQUE VILACORTE – Tudo na vida tem um começo, meio e fim. Quando assumiu o “risco” de abdicar de suas atividades para ser conselheiro do Tribunal de Contas, fruto de uma indicação política feita por deputados estaduais, após a aposentadoria compulsória do conselheiro Flávio Conceição, Clóvis Barbosa tinha consciência de que um dia ele deixaria aquela Corte. É bem verdade que ele apostou alto, sonhou em sair pela “porta da frente”, como conselheiro aposentado.

Foi “carregado” por Marcelo Déda (in memoriam), contou com a articulação do atual presidente do TCE e então deputado estadual Ulices Andrade, foi recebido com todas as honras por seus pares no Tribunal, mas quando “sentou na cadeira” e teve o Poder em suas mãos, eis que Clóvis se revelou outra pessoa, outro homem. 10 anos se passaram e, após uma gestão “turbulenta” a frente do Tribunal, o então “prestigiado” Clóvis Barbosa agora sente na pele o peso da “traição”.

A política não tem “tolerância” com a “ingratidão” e Clóvis deixou-se levar pela “vaidade”. Virou às costas para os políticos que lhe elevaram ao posto de conselheiro. Pior fez ao assumir a presidência do TCE: usou o cargo para oprimir a classe política, promovendo pressão e tensões, produzindo “maldades” contra tudo e contra todos. Usou a estrutura de Poder que construiu, com uma equipe de “técnicos obedientes” para impedir a todo custo que Ulices Andrade chegasse à presidência do TCE.

Desprestigiado, isolado, esquecido por seus “fiéis escudeiros”, hoje Clóvis é um conselheiro em “desespero”, “chorão”, que usa a pouca influência que ainda possui para confundir setores da imprensa sobre a votação de seus embargos. Dentro do Tribunal o sentimento é que o relator e conselheiro Carlos Alberto Sobral tende a ratificar que a volta de Flávio Conceição será para a vaga de Clóvis e esse já seria o entendimento da Coordenadoria Jurídica e do Ministério Público de Contas.

Este colunista vai mais além: de acordo com o decreto legislativo 02/2009, da Assembleia Legislativa de Sergipe, só existiu a vaga para Clóvis assumir após a aposentadoria compulsória de Flávio, fruto de uma escolha política feita pelos deputados estaduais e a sanção do governador à época. A indicação não pode ser transferida para outra vaga. Para confundir, erroneamente (ou propositalmente) alguns setores se equivocam em dizer que a vaga em questão é da conselheira Angélica Guimarães.

São processos completamente diferentes, Angélica não é “parte” neste assunto e, como este colunista já havia antecipado, o discurso “vitimista” de Clóvis não iria colar! A “nuvem” criada é que a vaga seria do conselheiro “mais recente”. Outro equívoco: quando Angélica chegou ao TCE, o impasse ainda estava “sub judice” e Clóvis findou sendo o “último” a ser confirmado como conselheiro, ou seja, se fosse por esse critério, ele também teria que deixar a Corte. Já bem cantava a botafoguense Beth Carvalho (in memoriam): “você pagou com traição, a quem sempre lhe deu a mão. Então chora”…

Veja essa!

Clóvis Barbosa “confunde” alguns setores da imprensa deixando transparecer que a volta de Flávio Conceição ao TCE seria para a vaga de Angélica Guimarães, por supostamente ser a conselheira mais recente. Só que quando ela chegou, a indicação de Clóvis ainda estava sub judice, ou seja, por esse critério ele é quem deve sair.

E essa!

Mas o que mais pesa contra Clóvis, e é o entendimento de especialistas em Direito e parece já ser consenso dentro do TCE, é que segundo o decreto legislativo 02/2009, da Assembleia Legislativa de Sergipe, só existiu a vaga para Clóvis assumir após a aposentadoria compulsória de Flávio, ou seja, a indicação não pode ser transferida para outra vaga.

Bomba!

O Tribunal de Justiça de Sergipe extinguiu a ação popular, de autoria do senador Alessandro Vieira (Cidadania), questionando a volta de Conceição ao TCE. O processo segue em segredo de Justiça. Este colunista já havia antecipado que a ação já não interferia no trâmite sobre o pedido de Flávio, através do advogado Fabiano Feitosa, de anulação de sua aposentadoria junto ao Tribunal.

Exclusiva!

Será que os servidores do Banese têm conhecimento das intenções da presidência do Banco quanto à mudança da composição do capital social do Seac (Banese Card)? O banco quer transformar a empresa em uma S.A. fechada, sendo 73% de participação do Banco e 23% da Casse. Há servidor que sintetize: “nosso plano de saúde com cinco mil vidas não se sustenta sozinho! Será o Fim, pois os funcionários terão que ter recursos para complementar os custos”.

Alô Banese!

O entendimento é que o Seac e a Corretora representam a “base de sustentação” do plano de saúde dos baneseanos e, sem eles, a Casse vai fechar, como tantos outros planos. “Aí vai por ‘água’ no maior bem ou patrimônio que os baneseanos têm. A qualidade de vida dos servidores do banco depende da Casse e do Sergus. Por isso o governo precisa intervir para que possa ajudar”, cobrou um servidor.

Sem licitação?

Outra informação é que essa medida do presidente do Banese acaba com a Casse para sobrar mais dinheiro no Seac, e assim fazer tudo sem licitação! Como perguntar não ofende nunca, é isto que é ser ético? Com a palavra o Banco do Estado de Sergipe…

Direito de Resposta

A coluna falou de protestos na rodovia que liga os municípios de Lagarto e Itabaiana. O assessor de comunicação da Sedurbs/DER, José Castilho, emitiu uma nota explicando que “o Governo do Estado informa que serviços emergenciais de Tapa Buraco já estão sendo realizados na Rodovia SE 170. Já foram realizados os serviços nos seguintes trechos: Itabaiana/ Campo do brito, e no dia 2 de julho, foi iniciado o trecho que liga Campo do brito à  São Domingos, passando por Lagarto. A recuperação total da rodovia não pode ser realizada no momento por falta de recursos”. Feito o registro.

Capela I

Terminados os festejos juninos, o ex-prefeito Ezequiel Leite (PR), fez uma avaliação do tradicional São Pedro de Capela e lamentou que a prefeita Silvany Sukita tenha abandonado, por completo, as tradições culturais da festa do Mastro. Segundo ele, muita gente que visitou o município no último final de semana ficou assustada com a falta de segurança e de organização por parte dos responsáveis do evento. Ezequiel também lamenta a exploração dos barraqueiros durante a festa.

Capela II

Sobre o São Pedro de Capela, Ezequiel disse que “a prefeitura trouxe um artista conhecido para a festa e é natural que ele atraia muita gente de outros municípios, inclusive de Aracaju, mas o problema é que a gestão não preparou a cidade para receber tanta gente. A desorganização foi absurda, buracos por todo lado, inclusive na praça, e a tradição do Mastro não foi respeitada, sem falar na quantidade de brigas. Na rua do fluxo era confusão por minuto”, lamenta.

Ezequiel Leite I

O ex-prefeito, que tanto cobra da prefeita Silvany Sukita por mais atenção com o povo do município, avalia que os barraqueiros foram explorados durante a festa. “Para justificar o descaso de sua gestão, Silvany quis atribuir a mim a exploração que ela fez com os barraqueiros. Existe realmente uma lei municipal, aprovada pela Câmara de Vereadores, onde estabeleci que os barraqueiros de Capela tinham 50% de desconto durante o São Pedro”.

Ezequiel Leite II

Ezequiel explica ainda que durante a sua gestão, a prefeitura cobrava R$ 800 por uma barraca e R$ 400 para que era “filho de Capela”. “Neste São Pedro os barraqueiros chegaram a pagar R$ 2 mil! Isso é um absurdo! Como é que um trabalhador vai tirar esse investimento em três dias? Isso é uma falta de respeito, uma falta de compromisso com o povo de Capela”.

Tem tempo

Por fim, Ezequiel sugeriu que a prefeita de Capela se prepare melhor para o próximo São Pedro em 2020. “Silvany Sukita ainda terá um São Pedro para organizar. A gente que faz oposição à sua gestão e que não torce pelo pior, espera que ela e seus assessores consigam realizar um evento mais organizado no próximo ano. Até para que os turistas que visitarem Capela levem uma impressão melhor da cidade. As imagens das brigas acabaram viralizando nas redes sociais”, lamentou.

Corte de comida

A partir do dia 8, apenas acompanhantes de idosos, menores de 18 anos ou de portadores de algum tipo de necessidade especial terão a alimentação disponibilizada no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse). O governo fala em ” organização na oferta de alimentação nos hospitais da rede pública Sergipe”. Este colunista já viu economia de tudo, agora de comida para pobre…

Zezinho Sobral I

O deputado estadual Zezinho Sobral (Pode) visitou o município de Laranjeiras e acompanhou a chegada de uma viatura do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192 Sergipe) à nova base do serviço no município, situada na Unidade Básica de Saúde Antônio Menezes Leite. Com a nova ambulância, as ações de saúde e o atendimento à população serão fortalecidos.

Zezinho Sobral II

Em junho, Zezinho Sobral apresentou, na Assembleia Legislativa, a Indicação nº 280/2019, solicitando ao Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Saúde (SES), celeridade na entrega de uma Unidade de Suporte Básico (UBS) do Samu, atendendo ao pleito do vereador laranjeirense José Carlos Sizino.

Zezinho Sobral III

“A população precisa ser cada vez mais assistida e a união dos esforços faz a diferença. O vereador José Carlos fez uma solicitação e, de imediato, nosso mandato fez a Indicação na Alese e o Governo, através da Superintendência do Samu, viabilizou e entregou uma ambulância nova. A base está em uma área estratégica, que é o conjunto Manoel do Prado Franco, e atenderá Laranjeiras e adjacências. Também foi fundamental a parceria estabelecida com o Município para que a base ficasse dentro do posto de saúde”, comemorou Zezinho Sobral.

Maria do Carmo I

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou a criação da Semana Nacional de Conscientização sobre a Alergia Alimentar, que, caso se torne lei, será comemorada na terceira semana de maio. O projeto é da senadora Maria do Carmo Alves (DEM). Para ela, o aumento da prevalência do problema demanda maior atenção por parte do Estado e da sociedade como um todo.

Maria do Carmo II

“Quanto mais informação a população brasileira tiver sobre a alergia alimentar, maior e melhor será o acolhimento de quem convive com esse delicado tipo de desordem imunológica”, argumentou a parlamentar que, no ano passado, realizou audiência pública sobre o assunto. O relator do projeto foi o senador Luiz do Carmo (MDB-GO), que lembrou que uma série de alimentos podem causar alergias, que, em casos mais graves, podem levar à morte.

Bancada

O deputado federal Fábio Reis (MDB/SE), coordenador da bancada sergipana, se reuniu com os demais parlamentares do Estado para discutir a apresentação das emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do Governo Federal. Ao todo, são oito emendas, sendo três de bancada, duas de comissão e três parlamentares. A bancada estabeleceu três prioridades como emendas coletivas: a conclusão da duplicação da BR-101, a duplicação da BR 235 e investimentos na educação básica.

Manuel Marcos I

Nem mesmo o recesso parlamentar reduz o ritmo das atividades do vereador Dr. Manuel Marcos (PSDB). Nesta semana, moradores do bairro Olaria, mais precisamente no Conjunto Maria do Carmo 1, queixaram-se da ausência de saneamento básico e infraestrutura.  Segundo relatos, há uma região da referida localidade em que habitantes necessitaram improvisar pontes e passarelas para ter acesso às suas residências e ainda, são obrigados a conviver em meio ao esgoto. Diante do exposto, os habitantes cobram agilidade do poder público e mudanças no atual cenário.

Manuel Marcos II

“Este é um serviço básico que deveria ser prestado à população. Quem não recebe, está perigosamente suscetível a diversas doenças causadas pelas más condições do entorno. Fica exposta a vírus, bactérias e condições insalubres que aumentam a incidência de contaminação. O problema agrava-se ainda mais com as vias de acesso feitas de madeira e conglomerados que podem ceder a qualquer a momento e colocar em risco a vida de quem atravessa”, avalia Dr. Manuel Marcos.

Solidariedade I

O diretório estadual do Solidariedade em Sergipe trabalha diariamente para igualar a participação feminina na política. Exemplo disso foi a seleção de três filiadas para participarem do Lidera +, projeto de formação política para mulheres. Aline Oliveira, Elizangela Dória e Márcia Salustiano farão um curso promovido pela Secretaria Nacional da Mulher do Solidariedade, em parceria com a Fundação 1º de Maio. Objetivo é capacitar mulheres que desejam atuar na política para que possam desempenhar papel estratégico na sociedade e concorrer nas próximas eleições.

Solidariedade II

Os módulos presenciais acontecerão, inicialmente, no município de São Paulo, aos finais de semana, com previsão de dois dias consecutivos, entre agosto de 2019 e maio de 2020, de acordo com o calendário. No curso, as mulheres terão aulas de Formação Política; Planejamento de Pré-Candidatura; Formação de Rede de Apoio; Comunicação; Mulheres na Política; Eleições 2020 – O que é ser vereador e prefeito?; e Planejamento de Campanha.

CRÍTICAS E SUGESTÕES

habacuquevillacorte@gmail.com e habacuquevillacorte@hotmail.com

 

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