Grupo que comanda desde 2007 “quebrou o Estado”, humilha servidores e manda bater na porta da União quem quiser reestruturar carreira

O governador de Alagoas pegou o Estado muito pior e ainda hoje concede reajustes salariais, enquanto Sergipe não paga aos fornecedores, deixa empresas à beira da falência e não reconhece direitos de servidores a quase uma década.

SERGIPE – É gravíssima, embora não tenha surpreendido a NE Notícias, a posição do Governo de Sergipe manifestada em nota oficial aqui publicada ontem à noite.

Depois de negociar, por exemplo, com o Sindicato dos Policiais Civis que, de tanto esperar, acertadamente, passou a cobrar publicamente envio de projeto prometido para a Assembleia Legislativa, o governo diz simplesmente, agora, que quem quiser alimentar a esperança de ter sua carreira reestruturada vá bater na porta do governo federal.

Quem quebrou Sergipe foi o Estado, o grupo que comanda as finanças desde 2007. Não foi a União.

O governador de Alagoas pegou o Estado muito pior e ainda hoje concede reajustes salariais, enquanto Sergipe não paga aos fornecedores, deixa empresas à beira da falência e não reconhece direitos de servidores a quase uma década.

Veja o que diz a nota oficial do Governo de Sergipe:

O Governo do Estado informa que, após reunião entre o governador Belivaldo Chagas, o secretário da Fazenda, Marcos Queiroz e o secretário da Administração, George Trindade, que neste momento, por conta da crise financeira que afeta o Estado, não irá enviar para a Assembleia Legislativa, nenhum Projeto de Lei que aumente despesas, ou reestruture carreira, ainda que com impacto futuro, até que haja clareza nas tratativas relacionadas ao pacto federativo entre União e Estados, no que tange a ampliação do recebimento de recursos financeiros pelos Estados, sejam eles ordinários, a exemplo da PEC 51, ou extraordinários, a exemplo da Securitização, Plano Mansueto, e as Reformas Previdenciária e Tributária. 

Governo de Sergipe

GIFS – Reprodução / Redes Sociais

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