HPM: Médicos rejeitam atestado médico e obrigam militar voltar ao serviço

A ASIMUSEP formulará pedido de apuração ao conselho de ética médica de Sergipe, a comissão de direitos humanos  da OAB e sendo preciso ajuizará ação junto ao Tribunal de Justiça de Sergipe.

SERGIPE – Tendo tido conhecimento de ato de estranheza cometido por médicos integrantes da junta médica do Hospital da Policia Militar de Sergipe, a Asimusep-se  vem tornar público um caso que gerou indignação de sua diretoria , mesmo não sendo uma de suas sócias afetadas e sim um militar da PMSE, que  sofre há certo tempo com dores na sua coluna e que após vários exames, inclusive de ressonância magnética, foi atendido e laudado pelo médico credenciado no  CRM de especialidade de Ortopedia e Traumatologia com os CID’s: M510/M511/M542/M796/Z47, que em seu relatório dá 30 dias de afastamento das atividades laborais para tratamento de saúde, devido a tamanha necessidade restritiva a esforços físicos , conforme relatório em anexo.

Devidamente munido com a documentação médica, resultado de exame, o militar se encaminhou ao hospital para cumprir determinação normativa de Homologação de atestado, quando um médico da instituição militar avalia e valida o afastamento prescrito por outro colega, porém ao chegar no hospital para tal procedimento, o médico que atendeu informou que a junta só se reuniria dois dias depois, recepcionou 2 dias de atestado do afastamento prescrito e pediu para ele retornar para posterior avaliação da junta.

No dia em questão o militar retornou conforme agendado e para surpresa do mesmo, recebeu a negativa de dois médicos, pasme-se um anestesista e outro cirurgião Plástico, sem qualquer embasamento plausível ou sequer ter olhado o laudo do exame, em desatenção ao que preconiza o Código de Ética Médica nos artigos 94, 97 e 98 do capítulo XI  Auditoria e Perícia  médica.

Diante do fato , a ASIMUSEP formulará pedido de apuração ao conselho de ética médica de Sergipe, a comissão de direitos humanos  da OAB e sendo preciso ajuizará ação junto ao Tribunal de Justiça de Sergipe, pois essa posição da junta médica atinge o direito de suas associadas.

FONTE: Ascom / ASIMUSEP

 

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