João Eloy discute repasse de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública

Estados avaliam que previsão de repasse para Segurança Pública é muito menor que os de outras áreas.

BRASÍLIA/DF – Secretários da Segurança Pública estiveram reunidos durante a segunda-feira (18), no Centro Regional de Comando em Controle da Secretaria da Segurança Pública do Distrito Federal, para estender as dicussões sobre o repasse de recursos para os estados e o DF.

O secretário da Segurança Pública de Sergipe, João Eloy, participou do encontro, que marca a LXXXII Reunião do Conselho de Segurança Pública (Consesp), e destacou a necessidade de que o Governo Federal destine mais recursos para os estados. João Eloy esteve acompanhado pelo chefe de gabinete da SSP de Sergipe, o agente de polícia José Evandro Machado Júnior.

Segundo os secretários, há a estimativa de que os recursos destinados para a Segurança Pública em 2019 sejam em torno de R$ 1,2 bilhão, quantia considerada baixa quando há o rateio entre os estados.

“O valor ainda é muito pouco para o fundo de segurança pública, quando você compara com os recursos previstos para a área da Saúde e Educação. É preciso que a Segurança Pública seja encarada pelo Governo Federal como prioridade”, frisou João Eloy.

A reunião foi liderada pelo presidente do Consesp, o secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Teles Barbosa. Com a presença do Secretário Nacional de Segurança Pública, general Guilherme Theophilo, no encontro, dentre outras pautas, foram discutidas as demandas do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) e a futura distribuição dos recursos entre os Estados.

“Os governadores estão se colocando à disposição e todos os Ministérios estão entrando”, diz o general, referindo-se ao apoio aos projetos estratégicos da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública). “Vamos entrar com os modelos de Saneamento, Saúde, Educação, Geração de Empregos e replicá-los nos demais municípios”, reforçou.

Outro item apresentado foi o controle das fronteiras. A questão foi colocada como sendo um problema grave, por razão da falta de efetivo para atuar no limite das fronteiras, inibindo assim o comércio de drogas e armas, principalmente na região rural.

FONTE & FOTO: Assessoria

 

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