MAIS UM IPM: Presidente da AMESE e suplente de vereador (PDT) Sgt Vieira é intimado a depor na corregedoria da PM

Meus amigos, já está virando rotina...

SERGIPE – Estava eu, em minha residência, quando o interfone tocou e fui informado de que uma viatura da Corregedoria da Polícia Militar estava na porta de minha casa no dia de ontem, de tardezinha.

Para os meus vizinhos, que viram a lamentável cena de eu ser notificado por uma equipe da Central de Polícia Judiciária, caiu sobre mim a pecha de ser um criminoso de alta periculosidade. Afinal de contas, de uma viatura ostensiva de polícia na porta de qualquer cidadão dificilmente se espera pensar em outra coisa.

Faço o registro de que os policiais militares que trabalham na Corregedoria não têm culpa nenhuma neste imbróglio. Penso até que se sentem constrangidos com esta situação. Conhecedores da lei que são, eles sabem que no final de tudo eu não cometi crime algum.

Recebi a intimação e assinei a via do encarregado. Ao entrar em casa, sentei e fui observar qual o grave crime de que estou sendo acusado. Afinal de contas, li e reli o Código Penal Brasileiro, além do Código Penal Militar e não vi nenhuma conduta tipificada como criminosa.

As acusações, por incrível que pareçam, são por dois textos publicados neste blog nos quais eu exijo do Governador Belivaldo Chagas e do Comandante Geral da Polícia Militar empenho no cumprimento da Lei que trata do retorno do subsídio relativo ao posto/graduação imediato dos nossos companheiros veteranos atingidos pela Lei 310/18.

Esses textos, somados a todo o empenho dos demais companheiros e as manifestações realizadas, fizeram o Coronel Marcony sair do marasmo e se juntar à luta em prol veteranos e pensionistas.

Fizemos questão, nos textos publicados, citar a condição de militar da reserva remunerada do pai do comandante geral, prejudicado com o descumprimento da lei.

Admitindo ou não a nossa provocação, após esses textos, o coronel Marcony descruzou os braços e se empenhou nessa luta (relembre clicando aqui), ajudando – sobremaneira – a colocar a máquina para andar.

                                                                Depois das postagens, Marcony visitou o TCE

E é isso que não entendo, meus amigos…

Uma vez que nos expusemos ao cobrar melhorias para a categoria, incluído o pai do coronel Marcony, somos presenteados com a abertura de Inquéritos Policiais Militares com o claro intuito de me incriminarem e me mandarem para o Presídio Militar. Sim, é isso mesmo!

Se não fosse isso, procedimento nenhum seria instaurado, pois, segundo o governo do Estado e Tribunal de Contas, o problema dos nossos veteranos já está resolvido.

Agora só cabe a mim pegar na mão de Deus e buscar na justiça provar minha inocência!

Deus no comando, sempre!

JORGE VIEIRA DA CRUZ
Sargento da reserva, mais um veterano

VEJAM ABAIXO OS CRIMES DE QUE SOU ACUSADO:
1. PEDIR O CUMPRIMENTO DA LEI 310/18 AOS NOSSOS VETERANOS
2. MOSTRAR AO COMANDANTE GERAL QUE O PAI DELE FOI PREJUDICADO PELO GOVERNO
3. COBRAR DO CORONEL MARCONY, FUNCIONÁRIOPÚBLICO, O PROTAGONISMO NAS NEGOCIAÇÕES
4. CONVOCAR OS MILITARES DO ESTADO PARA ASSEMBLÉIA GERAL
FONTE & FOTO: AMESE

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