Número de cheques compensados no mês de dezembro caiu 4,6%, em Sergipe

Os cheques compensados totalizaram mais de R$ 332,7 milhões.

 SERGIPE – Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados do Banco Central, mostra que foram compensados 122,6 mil cheques em Sergipe, no mês de dezembro de 2018.

Em termos de movimentação financeira, sem considerar o efeito da inflação, os cheques compensados totalizaram mais de R$ 332,7 milhões, sendo este montante 4,6% menor que o valor registrado em novembro de 2018. Já na comparação com o mês de dezembro de 2017, houve avanço de 1,5%.

Cheques devolvidos e sem fundos

No mês analisado, o número de cheques devolvidos no estado ficou em 17 mil. Em números financeiros, sem considerar o efeito da inflação, a quantia devolvida somou R$ 54,9 milhões, sendo 3,3% inferior ao registrado no mesmo mês do ano de 2017. Comparando com o mês imediatamente anterior (novembro/2018), o valor dos cheques devolvidos ficou 5,3% menor.

Dentre os seis motivos de devolução de cheques elencados pelo Banco Central, existem aqueles que não são compensados pela falta de provisão de fundos, os chamados cheques sem fundos.  Em relação a essa modalidade, foram contabilizados 14,3 mil cheques, abrangendo 84,1% do total de devolvidos, em dezembro de 2018. Em valores financeiros, o somatório dos cheques sem fundos ficou em R$ 43,9 milhões, compreendendo 80% do valor total dos cheques que foram devolvidos, registrando decréscimo de 6,8% no volume quando comparado a dezembro de 2017, e queda de 8% em relação ao mês imediatamente anterior (novembro/2018).

No acumulado do ano (janeiro a dezembro de 2018), foram trocados R$ 4,1 bilhões em cheques, apresentando acréscimo de 2,3% na comparação com o mesmo período de 2017. Os cheques devolvidos ficaram em R$ 727,1 milhões, com redução de 3,8%, no período em análise. Todas as variações são em termos nominais, ou seja, sem levar em consideração o efeito da inflação no período.

FONTE: NIE / FIES

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