Polícia Civil pode não atuar na festa de São João em Sergipe

A expectativa dos policiais civis era de que o governador Belivaldo Chagas fosse nos receber para ouvir os anseios da categoria.

SERGIPE – Policiais civis de Sergipe estiveram reunidos ao longo da manhã e da tarde desta quarta-feira, 19, em frente ao Palácio dos Despachos, como ato contínuo de alerta ao Governo de Sergipe que destaca as principais reivindicações dos profissionais que integram a base da Polícia Civil, composta por agentes, escrivães e agentes auxiliares.

“A mobilização ocorria como previsto, quando recebemos solicitação para entrar no Palácio dos Despachos por volta das 10h. A expectativa dos policiais civis era de que o governador Belivaldo Chagas fosse nos receber para ouvir os anseios da categoria. Entretanto, até o final da tarde não fomos recebidos por ninguém, nenhum representante do Governo de Sergipe. Os policiais civis permaneceram mobilizados do lado de fora e nós estamos agora expondo mais uma vez a falta de compromisso e respeito com a nossa categoria”, destacou Adriano Bandeira, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Sergipe (Sinpol/SE).

Após descaso do governador Belivaldo Chagas com o grupo presente, os policiais civis agendaram uma Assembleia Geral Extraordinária para a próxima sexta-feira, 21, a partir das 16h, no auditório da Academia de Polícia Civil (Acadepol), para deliberarem sobre como funcionará o trabalho dos policiais civis neste período de festejos juninos. O edital de convocação para a Assembleia será divulgado nas próximas horas pela entidade sindical.

Vale lembrar que as bandeiras de luta prioritárias da categoria são a necessidade do pagamento da reposição inflacionária (concedida recentemente a outras categorias de servidores públicos estaduais); reestruturação dos cargos que integram a base da Polícia Civil; e reajuste salarial (congelado há mais de seis anos).

 

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