[VÍDEO] Quem é Damares Alves “Sergipana” futura Ministra dos Direitos Humanos

Com extenso histórico de luta em várias esferas sociais, Damares é anunciada como Ministra dos Direitos

Na Última quinta-feira (6), foi anunciado o nome da ministra que será responsável pelas pastas Mulher, Família e Direitos Humanos.

Atuando como advogada, pastora, assessora parlamentar e educadora, Damares Alves possui extenso histórico de luta em várias esferas sociais, e todas englobam a defesa da vida e da família.

Damares, nasceu em Sergipe e teve uma origem humilde com seu pai, que era pastor e sua mãe, dona de casa.  Durante a juventude, morou em várias cidades do nordeste, e aos 54 anos é anunciada como Ministra. Sua história de vida é comovente. Aos 6 anos de idade foi abusada sexualmente de forma brutal, o que a tornou incapaz de gerar filhos.

Mais tarde, Damares adota uma indiazinha que foi salva da prática do infanticídio, comum em algumas tribos que realizavam o sacrifício de bebês gêmeos ou com alguma deficiência. Motivada pela experiência criou o Atini, um movimento que busca no Congresso Nacional maneiras de proteger crianças indígenas que correm algum tipo de risco.

No final da década de 80, no Sergipe, Damares fundou o comitê estadual do Movimento Nacional Meninas e Meninos, cuja principal função era proteger crianças moradoras de rua. Nesse período, por diversas vezes, transformou seu próprio apartamento em lar temporário para essas crianças. Sua empatia às causas fizeram com que Damares, dormisse nas ruas de Aracaju ao lado das crianças, para sentir na pele o que eles sentiam.

Ainda nesse período, atuou na defesa dos direitos da mulheres pescadoras e trabalhadoras do campo, que como disse em seu pronunciamento, após ser indicada como ministra, são mulheres invisíveis ao restante do país.

BANDEIRAS CONTRA ABORTO

Damares foi uma das fundadoras do Movimento Brasil Sem Aborto, a entidade organizada mais influente na defesa dos nascituros no Brasil.

Sempre esteve atuando em diversas causas. Palestrante reconhecida nacionalmente pelo combate à pedofilia. Em 2013 por exemplo, atuando como advogada, pastora e assessora, realizou denúncias a projetos políticos que ameaçavam as crianças, a família e a igreja.

Também foi Advoga voluntariamente, há 30 anos, para mulheres em situação de vulnerabilidade social e violência doméstica. É coordenadora do Instituto Flores de Aço, com sede em Brasília, que milita em defesa dos direitos da mulher. É também, coordenadora do Movimento Nacional Brasil Sem Drogas, que atua prevenindo o consumo e a liberação das drogas no país.

Com a indicação de Damares para a Esplanada dos Ministérios, Bolsonaro já definiu 21 dos 22 ministérios de seu governo, faltando agora apenas, definir o Ministério do Meio Ambiente.

O que poucos sabiam ou não tinha o interesse de comentar é que a futura ministra dos Direitos Humanos é Sergipana, morou por muitos anos em Aracaju e frequentou diversas congregações evangélicas. É palestrante reconhecida nacionalmente pelo combate à pedofilia e advoga voluntariamente, há 30 anos, para mulheres em situação de vulnerabilidade social e violência doméstica.

FONTE: Jornal Extra Guarapuava

Origem

Nascida em 1964, a pastora Damares Alves tem 54 anos, é uma mulher tipicamente nordestina, que cresceu em Sergipe. Filha de um pastor e uma dona de casa, de nome Guilhermina, a futura ministra tem trabalhos sociais em diversas cidades do Nordeste.

No final da década de 80, em Sergipe, Damares fundou o comitê estadual do Movimento Nacional Meninas e Meninos, cuja principal função era a proteção de crianças moradoras de rua. Nesse período, por diversas vezes, transformou seu próprio apartamento em lar temporário para essas crianças. Outras vezes, para entender o problema na pele, dormiu nas ruas de Aracaju ao lado delas.

Atuação nos movimentos sociais:

  • Coordenadoras do Movimento Nacional pela Cidadania Brasil Sem Aborto;
  • Coordenadora do Movimento Nacioal Brasil Sem Drogas;
  • Coordenadora do Instituto Flores de Aço com sede em Brasília que milita em defesa dos direitos da Mulher;
  • Uma das fundadoras do Movimento Brasil Sem Dor, que atua na prevenção da automutilação e autolesão e do suicídio de crianças, jovens e adolescentes;
  • Coordena a Campanha “Brasil Um País que Adota”;
  • Membro do Programa Mundial Infância Protegida;
  • Fundadora da instituição e Movimento ANTI- Voz Pela Vida que tem uma chácara em Brasilia onde são acolhidas as mães e crianças indígenas em situação de risco;
  • Co-idealizadora do Projeto Tekoê, que tem sede em Gama/DF, e que também acolhe mães e crianças indígenas em situação de risco.

Assista vídeo abaixo do deputado Pastor Antônio, onde a futura ministra confirma sua origem:

FONTE: Complemento da matéria Portal 79

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